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Apresentação Geral

Habitantes: 2.908
Fundação: 11/06/1990
Localização: Oeste do Paraná – Região Metropolitana de Cascavel
Eleitores: 2.674
Prefeito: Carlos Antônio Reis
Vice: Odair Vieira

A história de Anahy está ligada à cultura cafeeira e a fertilidade de suas terras. A Cobrinco – Companhia Brasileira de Imigração e Colonização – era a colonizadora das terras.
O primeiro nome dado a localidade, em 1959, foi Pingo de Ouro, mas o nome foi mudado em homenagem a uma das filhas do gerente da companhia que tinha o nome de Anahy.

O município de Anahy, foi colonizado, por duas frentes, sulista e nortistas. Sabedores da fertilidade da terra e em busca de um futuro melhor, no ano de 1950, chegou aqui um dos primeiros pioneiros, o Sr. Ricardo Pfeffer, juntamente com sua esposa Matilde Hake Pfeffer, que adquiriram a Cobrinco com 13 alqueires de terra, e passaram a dedicar se ao plantio de café.
Conta o Sr. Ricardo, que quando abria picadas no mato, passava em um rio em que havia muitos porcos do mato, então matou dois deles, e a partir daí, o rio passou a ser chamado de Rio dos Porcos.

Em 1955, chegaram novas famílias, vindas de Minas Gerais e São Paulo, as famílias de Antonio Felisberto, Sebastião Miguel e Antonio Mazzocatto, que fixaram residência em Anahy. As primeiras casas de comércio estabelecidas em Anahy, foi no ano de 1959, que pertenciam aos Srs. Antonio Mazzocatto, José Guerra e a Pedro Ladaniski, neste ano houve uma seca muito grande, e a agricultura sofreu muito com isso.
Demonstrando grande religiosidade e fé, Sr. Ricardo, juntamente com os demais colonizadores, construíram a primeira capela em louvor a Santa Ana, padroeira da Cidade.
Contam-se que Antonio Mazzocatto, se apaixonou por Ana, filha de José Guerra, a qual era muito religiosa, mesmo não se casando com Ana, Antonio em homenagem a ela, atribuiu a Padroeira do local o nome de Santa Ana.

Quem vê a Juventude e a força de Anahy pode ficar pensando que uma cidade assim não tem passado.
Grande engano, um povo sem memória não teria a força necessária para arrancar desenvolvimento tão grande em tão pouco tempo. Povo sem memória é povo sem passado e, portanto, sem experiência adquirida para viver o presente e planejar o futuro.
Não foram o acaso ou sorte os construtores de Anahy, muito pelo contrário, nossos pioneiros enfrentaram uma árdua luta econômica social e cultural, somada ainda as duras condições de vida numa terra inexplorada e distante dos grandes centros.
As lembranças do passado, foram transmitidas de geração à geração e deram sustentação necessária para que os problemas fossem enfrentados e vencidos pela nossa gente. Hoje a realidade é outra.

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